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[MarcelllãO - MSB] Ser pai nos dias de hoje

Dom Orani João Tempesta - Arcebispo Metropolitano - Rio de Janeiro

Neste mês de agosto, em que comemoramos o Dia dos Pais, queremos saudar todos os que têm a vocação de ser pai. Entendemos com isso também abraçar todas as famílias dando início também a Semana Nacional da Família.

Temos muito mais do nosso pai em nós do que imaginamos. Podemos nos lembrar de uma pessoa que soube nos influenciar de tal maneira que levamos sua marca em nós, um pouco de seu sorriso, de seu comportamento, de suas atitudes e de seus gestos.

Um pai sábio é aquele que aprendeu a influenciar na vida de seus filhos sem abusar de seu poder de pai, mas com autoridade, ou seja, a verdadeira autoridade, que, a exemplo de Jesus, soube lavar os pés dos discípulos e servir. É o pai que educa sem impor, mas que com seu amor é capaz de influenciar seus filhos de tal forma que será lembrado ao longo de sua vida.

Pensar em uma figura paterna que deixou-nos sua história, sua marca de fé. Podemos pensar em muitos pais que foram heróis para seus filhos e que ainda hoje o são, mesmo de forma anônima, como os pais que se levantam cedo para trabalhar e garantirem o sustento digno de sua família, que suam seu rosto por amor aos filhos e à sua esposa. Entre tantos pais, reflitamos, nesta ocasião, em uma figura toda especial: José, o pai adotivo de Jesus, o "Patrono Universal da Igreja Católica".

José assistiu Jesus! Ele acompanhou-o e testemunhou seu crescimento: "E o menino crescia, tornava-se robusto, enchia-se de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele". (Lc 2, 40). Outra passagem, a profecia de Simeão, lembra-nos o quanto José, tendo Maria ao seu lado, admirava-se e testemunhava o que estava acontecendo com o menino: "Seu pai e sua mãe estavam admirados com o que diziam dele". (Lc 2, 33). Neste "lugar" de santidade e de amor, ele soube educar o filho de Deus com fé e alegria.

José soube ser dócil e receptivo à vontade do Senhor para cuidar de Maria e, humilde e paciente, ao procurar hospedagem para sua esposa repousar e verem pela primeira vez o rosto de Seu Filho. Mesmo diante da aversão e indiferença das pessoas às quais ele pediu ajuda, José não desistiu e seguiu firme até conseguir um lugar para Jesus nascer.

Na época de Jesus, muitas profissões giravam em torno do comércio. José demonstrou o quanto é importante a sua missão através da sua profissão de carpinteiro, nos diz como manteve a fonte do sustento financeiro de sua família, além de ensinar a Jesus sua profissão. Com sua atitude, José não só transmitiu um ofício, mas a beleza e a dignidade de se ter um trabalho, acompanhado de valores e princípios, próprios de um pai de família que soube o que é amar e trabalhar pelo amor de sua família. José soube ser "chefe de família" e zelar pela edificação dos relacionamentos.

A família é o "lugar" de se construir os relacionamentos. É na família que se aprende o amor, o respeito pelo outro, o perdão, a partilha dos alimentos e do espaço da casa. É neste ambiente que se formam pessoas para o mundo. José acompanhou o menino na apresentação de Jesus no Templo: "Movido pelo Espírito, ele veio ao Templo, e quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir as prescrições da Lei a seu respeito". (Lc 2, 27) e na participação da santa liturgia: "Seus pais iam todos os anos a Jerusalém para a festa da Páscoa". (Lc 2, 41).

Na educação do menino Jesus, José se fez presente e quando Ele ficou desaparecido na festa da Páscoa, em Jerusalém. Depois de três dias José e Maria voltaram ao Templo e O encontraram entre os doutores da Lei. Mesmo sendo sua mãe quem proferiu as palavras: "Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu, aflitos, te procurávamos". (Lc 2, 48). Mas, José esteve naquele momento em que Jesus apresentou sua primeira manifestação de ser o Filho de Deus Pai. Nesta filiação em que Ele respondeu aos seus pais: "Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai". (Lc 2, 49). Diante disso, mesmo não compreendendo completamente (Cf. Lc 2, 50), confiava em Deus, pois Deus Pai estava conduzindo sua ação salvífica através de Jesus e José foi um instrumento importante na vida Dele e nos planos de Deus.

Contemplando a figura de José, buscando luz no exemplo de vida deixado por este homem, como ser pai nos dias de hoje? Como guardar esta riqueza com toda sua beleza em ser pai de filhos que precisam de um modelo de pessoa, de um pai que saiba escutar o Senhor, de um pai que também saiba olhar para a vida de José e reconhecer neste homem um pai que soube amar sua família em Deus.

Ser pai nos dias de hoje é um desafio ainda maior do que há algumas décadas. O mundo em que vivemos está mais exigente, por exemplo, existem os desafios do mercado de trabalho: o desemprego e a competitividade entre as pessoas. A violência, o descaso dos governantes, a má distribuição de renda, a pobreza e a miséria, a indiferença de pessoas que têm dificuldade de amar, os preconceitos, as mãos que se fecham quando pedimos ajuda. O egoísmo e o individualismo, o aquecimento global e suas consequências trágicas, entre outros desafios.

Como ser pai nos dias de hoje? Esta missão exige pensar estar um passo à frente daquilo que possa ser obstáculo para o bem de seus filhos, pois o pai deseja que seu filho tenha saúde, seja feliz, constitua sua família e possa progredir em sua vida profissional. Para trilhar este caminho é preciso passar pela escola da vida e observar os preceitos de Deus. Os filhos precisarão ter um pai que seja companheiro de sua esposa e os acompanhe em seus passos e em sua jornada.

Ser pai nos dias de hoje exige que esteja presente em momentos marcantes como a gestação, os primeiros passos, a ida à escola, o primeiro trabalho, a faculdade, o casamento e assim por diante. É preciso estar presente amando seus filhos com um amor de pai, isto é, daquele que sabe proteger, transmitir segurança e garantir, pelo seu trabalho, o alimento da família, garantir uma casa para morar, um lar para viver.

O pai, como "figura paterna", é sinal daquele que se relaciona com autoridade, sem impor, sem ofender, que sabe usar da palavra para corrigir e educar com sabedoria. Sabe reconhecer seus erros, sabe olhar para si mesmo e avaliar suas atitudes, sabe ser humilde e pedir perdão quando houver necessidade, sabe ser amável ao tratar sua esposa e seus filhos, sabe mostrar que na vida existem dois caminhos, mas para escolher apenas um deles e seguir em frente com passos firmes no amor de Deus. Que a vida é feita de escolhas e a todo momento fazemos escolhas e nos tornamos responsáveis por tudo que fazemos.

Ser pai nos dias de hoje requer uma profunda reflexão de que uma pessoa não nasce pai, ela torna-se pai, pois a imagem de seu pai está dentro dele e ele vai desenvolver um novo pai a partir do seu caráter e das suas atitudes, do exemplo de pai que ele teve em sua vida. Por isso, o pai vai querer dar o melhor para seu filho e para que este também possa aprender a ser pai.

Deus é tão sábio que o tempo de gestação de um bebê é também o tempo oportuno e intenso para a formação de um pai. Ao longo do relacionamento de um casal, em seu casamento, já existe no coração deste homem o desejo de ser pai, sua paternidade está nele e quando nascer seu bebê também nascerá um pai.

A atitude fundamental para ser pai nos dias de hoje é, antes de tudo, saber amar. Este amor, cuja fonte é o próprio Deus, dará forças para continuar exercendo uma paternidade feliz, capaz de se doar e ver seus filhos crescerem como pessoa em sua integridade e dignidade. Será preciso possuir dentro do peito um coração capaz de amar de forma que o cansaço, as noites mal- dormidas, as dores de cabeça, a preocupação com o trabalho e com a educação de seus filhos serão suavizadas pelo amor de pai. Todo trabalho será transformado pela força do amor. E o pai saberá esperar quando for necessário, falará quando for preciso e também saberá escutar e calar, pois o amor é paciente (Cf. 1 Cor 13,4) e seu comportamento será moldado através da força deste amor que suscita em seu coração atitudes de um verdadeiro pai.

Nos dias de hoje, o desafio de ser pai é saber ser humano, saber superar suas dificuldades e se alegrar em suas conquistas, saber agir corretamente diante dos filhos, demonstrar seus sentimentos. Um pai também deve dar exemplo de como ser uma pessoa transparente, que chora, que pede perdão, mesmo para um filho, que recorre a Deus em suas orações, que conta para seus filhos as suas histórias de quando era criança, adolescente, seus anseios, seus desejos, seus medos. Assim se formam os filhos, olhando para um pai simplesmente humano, não um pai que se diz um herói que não tem sentimentos, mas que seja antes de tudo, um herói humano, um filho de Deus, um pai que, para ser pai, teve de aprender, antes de tudo, a ser filho.
Dom Orani João Tempesta - Arcebispo Metropolitano

Neste mês de agosto, em que comemoramos o Dia dos Pais, queremos saudar todos os que têm a vocação de ser pai. Entendemos com isso também abraçar todas as famílias dando início também a Semana Nacional da Família.

Temos muito mais do nosso pai em nós do que imaginamos. Podemos nos lembrar de uma pessoa que soube nos influenciar de tal maneira que levamos sua marca em nós, um pouco de seu sorriso, de seu comportamento, de suas atitudes e de seus gestos.

Um pai sábio é aquele que aprendeu a influenciar na vida de seus filhos sem abusar de seu poder de pai, mas com autoridade, ou seja, a verdadeira autoridade, que, a exemplo de Jesus, soube lavar os pés dos discípulos e servir. É o pai que educa sem impor, mas que com seu amor é capaz de influenciar seus filhos de tal forma que será lembrado ao longo de sua vida.

Pensar em uma figura paterna que deixou-nos sua história, sua marca de fé. Podemos pensar em muitos pais que foram heróis para seus filhos e que ainda hoje o são, mesmo de forma anônima, como os pais que se levantam cedo para trabalhar e garantirem o sustento digno de sua família, que suam seu rosto por amor aos filhos e à sua esposa. Entre tantos pais, reflitamos, nesta ocasião, em uma figura toda especial: José, o pai adotivo de Jesus, o "Patrono Universal da Igreja Católica".

José assistiu Jesus! Ele acompanhou-o e testemunhou seu crescimento: "E o menino crescia, tornava-se robusto, enchia-se de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele". (Lc 2, 40). Outra passagem, a profecia de Simeão, lembra-nos o quanto José, tendo Maria ao seu lado, admirava-se e testemunhava o que estava acontecendo com o menino: "Seu pai e sua mãe estavam admirados com o que diziam dele". (Lc 2, 33). Neste "lugar" de santidade e de amor, ele soube educar o filho de Deus com fé e alegria.

José soube ser dócil e receptivo à vontade do Senhor para cuidar de Maria e, humilde e paciente, ao procurar hospedagem para sua esposa repousar e verem pela primeira vez o rosto de Seu Filho. Mesmo diante da aversão e indiferença das pessoas às quais ele pediu ajuda, José não desistiu e seguiu firme até conseguir um lugar para Jesus nascer.

Na época de Jesus, muitas profissões giravam em torno do comércio. José demonstrou o quanto é importante a sua missão através da sua profissão de carpinteiro, nos diz como manteve a fonte do sustento financeiro de sua família, além de ensinar a Jesus sua profissão. Com sua atitude, José não só transmitiu um ofício, mas a beleza e a dignidade de se ter um trabalho, acompanhado de valores e princípios, próprios de um pai de família que soube o que é amar e trabalhar pelo amor de sua família. José soube ser "chefe de família" e zelar pela edificação dos relacionamentos.

A família é o "lugar" de se construir os relacionamentos. É na família que se aprende o amor, o respeito pelo outro, o perdão, a partilha dos alimentos e do espaço da casa. É neste ambiente que se formam pessoas para o mundo. José acompanhou o menino na apresentação de Jesus no Templo: "Movido pelo Espírito, ele veio ao Templo, e quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir as prescrições da Lei a seu respeito". (Lc 2, 27) e na participação da santa liturgia: "Seus pais iam todos os anos a Jerusalém para a festa da Páscoa". (Lc 2, 41).

Na educação do menino Jesus, José se fez presente e quando Ele ficou desaparecido na festa da Páscoa, em Jerusalém. Depois de três dias José e Maria voltaram ao Templo e O encontraram entre os doutores da Lei. Mesmo sendo sua mãe quem proferiu as palavras: "Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu, aflitos, te procurávamos". (Lc 2, 48). Mas, José esteve naquele momento em que Jesus apresentou sua primeira manifestação de ser o Filho de Deus Pai. Nesta filiação em que Ele respondeu aos seus pais: "Não sabeis que devo estar na casa de meu Pai". (Lc 2, 49). Diante disso, mesmo não compreendendo completamente (Cf. Lc 2, 50), confiava em Deus, pois Deus Pai estava conduzindo sua ação salvífica através de Jesus e José foi um instrumento importante na vida Dele e nos planos de Deus.

Contemplando a figura de José, buscando luz no exemplo de vida deixado por este homem, como ser pai nos dias de hoje? Como guardar esta riqueza com toda sua beleza em ser pai de filhos que precisam de um modelo de pessoa, de um pai que saiba escutar o Senhor, de um pai que também saiba olhar para a vida de José e reconhecer neste homem um pai que soube amar sua família em Deus.

Ser pai nos dias de hoje é um desafio ainda maior do que há algumas décadas. O mundo em que vivemos está mais exigente, por exemplo, existem os desafios do mercado de trabalho: o desemprego e a competitividade entre as pessoas. A violência, o descaso dos governantes, a má distribuição de renda, a pobreza e a miséria, a indiferença de pessoas que têm dificuldade de amar, os preconceitos, as mãos que se fecham quando pedimos ajuda. O egoísmo e o individualismo, o aquecimento global e suas consequências trágicas, entre outros desafios.

Como ser pai nos dias de hoje? Esta missão exige pensar estar um passo à frente daquilo que possa ser obstáculo para o bem de seus filhos, pois o pai deseja que seu filho tenha saúde, seja feliz, constitua sua família e possa progredir em sua vida profissional. Para trilhar este caminho é preciso passar pela escola da vida e observar os preceitos de Deus. Os filhos precisarão ter um pai que seja companheiro de sua esposa e os acompanhe em seus passos e em sua jornada.

Ser pai nos dias de hoje exige que esteja presente em momentos marcantes como a gestação, os primeiros passos, a ida à escola, o primeiro trabalho, a faculdade, o casamento e assim por diante. É preciso estar presente amando seus filhos com um amor de pai, isto é, daquele que sabe proteger, transmitir segurança e garantir, pelo seu trabalho, o alimento da família, garantir uma casa para morar, um lar para viver.

O pai, como "figura paterna", é sinal daquele que se relaciona com autoridade, sem impor, sem ofender, que sabe usar da palavra para corrigir e educar com sabedoria. Sabe reconhecer seus erros, sabe olhar para si mesmo e avaliar suas atitudes, sabe ser humilde e pedir perdão quando houver necessidade, sabe ser amável ao tratar sua esposa e seus filhos, sabe mostrar que na vida existem dois caminhos, mas para escolher apenas um deles e seguir em frente com passos firmes no amor de Deus. Que a vida é feita de escolhas e a todo momento fazemos escolhas e nos tornamos responsáveis por tudo que fazemos.

Ser pai nos dias de hoje requer uma profunda reflexão de que uma pessoa não nasce pai, ela torna-se pai, pois a imagem de seu pai está dentro dele e ele vai desenvolver um novo pai a partir do seu caráter e das suas atitudes, do exemplo de pai que ele teve em sua vida. Por isso, o pai vai querer dar o melhor para seu filho e para que este também possa aprender a ser pai.

Deus é tão sábio que o tempo de gestação de um bebê é também o tempo oportuno e intenso para a formação de um pai. Ao longo do relacionamento de um casal, em seu casamento, já existe no coração deste homem o desejo de ser pai, sua paternidade está nele e quando nascer seu bebê também nascerá um pai.

A atitude fundamental para ser pai nos dias de hoje é, antes de tudo, saber amar. Este amor, cuja fonte é o próprio Deus, dará forças para continuar exercendo uma paternidade feliz, capaz de se doar e ver seus filhos crescerem como pessoa em sua integridade e dignidade. Será preciso possuir dentro do peito um coração capaz de amar de forma que o cansaço, as noites mal- dormidas, as dores de cabeça, a preocupação com o trabalho e com a educação de seus filhos serão suavizadas pelo amor de pai. Todo trabalho será transformado pela força do amor. E o pai saberá esperar quando for necessário, falará quando for preciso e também saberá escutar e calar, pois o amor é paciente (Cf. 1 Cor 13,4) e seu comportamento será moldado através da força deste amor que suscita em seu coração atitudes de um verdadeiro pai.

Nos dias de hoje, o desafio de ser pai é saber ser humano, saber superar suas dificuldades e se alegrar em suas conquistas, saber agir corretamente diante dos filhos, demonstrar seus sentimentos. Um pai também deve dar exemplo de como ser uma pessoa transparente, que chora, que pede perdão, mesmo para um filho, que recorre a Deus em suas orações, que conta para seus filhos as suas histórias de quando era criança, adolescente, seus anseios, seus desejos, seus medos. Assim se formam os filhos, olhando para um pai simplesmente humano, não um pai que se diz um herói que não tem sentimentos, mas que seja antes de tudo, um herói humano, um filho de Deus, um pai que, para ser pai, teve de aprender, antes de tudo, a ser filho.


Dom Orani



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