Quarta-feira, Março 05, 2008



Travelling the Spaceways

Quarta-feira, Outubro 24, 2007

“PAZ, PÃO, HABITAÇÃO… AS OPERAÇÕES SAAL”



Documentário de João Dias
TAGV, dia 26 de Outubro às 21h30

Seguido de:
Debate moderado por Elísio Estanque (sociólogo),
com José António Bandeirinha (arquitecto) com João Dias (realizador), Alexandre Alves Costa (arquitecto) e Samuel Roda Fernandes (arquitecto)

Plataforma Artigo 65
ProUrbe

Quinta-feira, Outubro 18, 2007


Encontros



Salão Brazil
1, 2, 3 de Novembro

Zé Eduardo Unit
"A jazzar nos cartoons"

Zé Eduardo - Contrabaixo
Jesus Santandreu - sax tenor
Bruno Pedroso - bateria


Segunda-feira, Outubro 15, 2007


Encontros


Salão Brazil

Sábado, 3 de Novembro

Elliott Sharp | Plays Thelonius Monk


Entrevista de Rui Eduardo Paes a Elliott #
O disco Sharp? Monk? Sharp! Monk

Segunda-feira, Outubro 01, 2007

Encontros

Henry Grimes, Andrew Lamb, Newman Taylor Baker


Salão Brazil

2 de Novembro [Sex]

Henry Grimes' Sublime Communication

Andrew Lamb – saxofones e flauta

Newman Taylor Baker – Bateria

Henry Grimes – Contrabaixo, violino e voz


Henry Grimes

Segunda-feira, Setembro 24, 2007

Stay tuned


Robert Wyatt Comicopera
para ouvir aqui

Segunda-feira, Setembro 10, 2007


Fronte[i]ras 07 – I Encontro Internacional de Artes Transdisciplinares
Performances | Exposições | Conferências | Artist Talks
www.fronteiras07.org

Organização:
Binaural (PT)
Alg-a (GZ)

Residências, Apresentações e Conferências:
17 – 30 Setembro 2007

Exposições:
2 Outubro – 31 Dezembro 2007

Localizações:
PT - Nodar, S. Pedro do Sul e Barcelos
ES – Pontevedra, Galiza

O Fronte[i]ras 07 – I Encontro Internacional de Artes Transdisciplinares irá convocar diferentes leituras artísticas para o conceito de fronteira e limite, reflectindo sobre os múltiplos conceitos relacionados com a temática fronteiriça, focalizando a análise não só na fronteira física, mas também sobre a sua representação em fronteiras ideológicas, culturais, psicológicas, virtuais, de habilitações, etc.

Este evento consta de um programa de residências artísticas paralelas na Galiza e em Portugal. Propõem-se a realização de duas residências simultâneas: uma no Centro de Residências Artísticas de Nodar (situado numa pequena aldeia rural do centro de Portugal) e outra na Ilha de San Simón, nos arredores de Pontevedra (Galiza). Nos dois espaços de residência conviverão durante 10 dias um conjunto de artistas de diversas proveniências, os quais desenvolverão os respectivos projectos artísticos em articulação com investigadores sociais, que durante o mesmo período levarão a cabo um observatório critico.

Como resultado do trabalho desenvolvido nas residências, será elaborada uma mostra colectiva dos vários projectos. Esta mostra terá um carácter itinerante, começando em Pontevedra e terminando em Portugal. De forma paralela ao encontro, será programado um ciclo de conferências e apresentações de projectos audiovisuais ligados à temática proposta.

O encontro é organizado por duas entidades culturais, uma portuguesa, Binaural, outra galega, Alg-a, com fortes afinidades na sua metodologia e foco de intervenção, aliando um trabalho nas áreas das artes digitais / intermédia a uma pesquisa artística sobre o lugar e a vida.

Participantes:

bojana bauer (rs/pt) | azul blaseotto (ar) | madamme cell (es) | rui costa & manuela barile (pt/it) | vered dror (il) | leila durán & arturo reboiras (es) | xavier fernández (es) | amaya gonzález (es) | mona higuchi (us) | pedro jiménez (es) | richard lerman (us) | maria idília martins (pt/ve) | ibrahim niang (mr) | antónio pedro (pt) | maksims shentelevs (lv)| carlos suárez (es/ve) | isabel valverde (pt)

Informações adicionais (programa completo, projectos artísticos e biografias):
http://www.fronteiras07.org

Sexta-feira, Agosto 17, 2007

Minicrash

AUSÊNCIA. Todo o episódio de linguagem que põe em cena a ausência do
objecto amado - quaisquer que sejam a causa e a duração - e tende a transformar
essa ausência em prova de abandono.
Roland Barthes,
Fragmentos de Um Discurso Amoroso,
pag.52, Edições 70; 2001



Do cool ao ridículo é um instantinho.
O discurso dum tipo apaixonado não é ele que o escolhe, um pouco menos de controlo e é o descalabro. A ausência, como outro tipo de episódios fazem emergir comportamentos inesperados, podendo mesmo resultar na catástrofe. Um tipo cede ao discurso que já está lá, a espera de ser dito e exprime pânico.
Não me agrada esta omnipresença do discurso amoroso, como se todas as figuras já estivessem determinadas e fossemos incapazes de fugir às armadilhas da linguagem. Por outro lado, é fantasioso pensar que somos imunes aos poderes destes episódios de linguagem. Não existem soluções cómodas - do tipo estruturacionista - para o discurso amoroso. Por isso é relativamente fácil dar o braço a torçer e reconhecermo-no em certas figuras

A figura é o apaixonado no trabalho.
As figuras recortam-se tal como se pode reconhecer, no discurso que passa,
algo que se leu, ouviu, experimentou. A figura está caracterizada (como um signo)
e é capaz de memória (como uma imagem ou um conto). Uma figura está
fundamentada se, pelo menos, alguém poder dizer: "Como isso é verdadeiro! Reconheço
esta cena de linguagem.".
pag. 12



Quinta-feira, Agosto 16, 2007

Black Rhythm Happening? (IV)

The AACM Band (ca. 1968)
Performance view, Chicago
(Left to right: Ajaramu, Anthony Braxton, Kalaparusha, John Shenoy Jackson, Joseph Jarman, Leo Smith, Henry Threadgill, Amina Claudine Myers (partly obscured), Lester Lashley, Joel Brandon)
Collection of Oliver Lake

Terminado o Jazz em Agosto 2007, as questões parecem tão interessantes quanto antes, tal como qualquer resolução se afigura distante e, talvez, indesejável.
Se a AACM e os indivíduos que a fundaram, consolidaram e ajudam a manter é motivo de interesse, é-o sobretudo pela música e pela historiografia que alguns dos seus membros têm vindo a desenvolver. Música feita por homens e mulheres, a vida interessa aqui, não há fronteiras estanques a dividir o domínio musical de factores extra-musicais passíveis de ser menosprezados.
Será música negra? Será Jazz? Música Improvisada? Música Contemporânea?
E o que é que isso interessa? A quem é que isso interessa?

Anthony Braxton Sextet no Jazz em Agosto 2006
via church number nine (thanks to centrifuge)




Textos de George Lewis
AACM - Paris2 (PDF)
Experimental Music in Black and White (PDF)
Gittin' to know Y'all: Improvised Music, Interculturalism, and the Racial Imagination

Discografia de Roscoe Mitchell

Entrevista com Anthony Braxton na New Albion
Textos de Anthony Braxton da Universidade de Wesleyan

I Love you with an asterisk: african-american experiental composers and the french jazz press, 1970-1980, Steve Lehman

Quarta-feira, Agosto 01, 2007


Black Rhythm Happening? (III)



Lewis, Abrams e Mitchell (foto promocional)

"Well, when we come to making music we organize ourselves in order to produce a certain sound idea. And after many years of approaching sound through music, one gets to the point where one approaches sound itself. To listen to what is over here, that is not over there. Then you decide to use something that impresses you in the raw world of sound - and it becomes, again, what we call music. Some people might call it noise, but it is organised sound, coming from a particular point of view that we want to express."
Muhal Richard Abrams, excerto da entrevista
para a Signal to Noise do Outono de 2006, #43

Black Rhythm happening? (II)

Ornette Coleman

Se a vinda de Coleman se arrisca a tornar meramente celebratória, fazendo esquecer os diferendos que a recepção da sua obra provocou, a presença do trio formado por três nomes centrais da AACM (Association for the Advancement of Creative Music), Muhal Richard Abrams, George Lewis e Roscoe Mitchell coloca algumas questões interessantes.

The AACM intends to show how the disadvantaged and the disenfranchised can come together and determine their own strategies for political and economic freedom, thereby determining their own destinies.
Muhal Richard Abrams e John Shenoy Jackson,
Association for the Advancement of Creative Musicians, Black World, November 1973, 72.

A primeira questão interessante aparece logo que se dedica algum tempo a pensar que significado poderá ter a ideia de Música Criativa. George Lewis dá uma ajuda quando resgata, no seu estudo Experimental Music in black and white: The AACM in New York, 1970-1985, uma carta aberta escrita em Agosto de 1965 por Muhal Richard Abrams e Ken Chaney para o Defender de Chicago, um importante jornal da comunidade afro-americana. Nessa comunicação, os autores apresentam o objectivo da organização como passando por "providenciar uma atmosfera condizente com a serious music e com a performance de novas composições ainda por gravar" (Abrams e Chaney, 1965).

AACM members in Wadsworth Jarrell's backyard (ca. 1968)
(Left to right: Leo Smith, Sarnie Garrett, Jarrell's son, Muhal Richard Abrams, Wallace McMillian, Douglas Ewart, Buford Kirkwood, John Shenoy Jackson, John Stubblefield, Lester Lashley, Martin "Sparx" Alexander, Steve Mccall, Henry Threadgill)
Collection of the AACM




Black rhythm Happening? (I)

George E. Lewis (1984)
Collection of Cheryl Lewis

“What we hear are particular moments in time, in which improvisative musical experience proceeds directly from manifestations of trust and openness, and from visions of new models of community.” George Lewis

Tenho-me apercebido duma espécie de violência simbólica que acompanha a exposição a certa música difícil. Reparei, trabalhando durante algum tempo numa loja dedicada ao jazz e música improvisada, na expressão de algum desconforto (mesmo de dor) que inundava certas faces que, entrado numa loja dedicada ao jazz esperavam ouvir uma qualquer swingada.
Hoje em dia, quando ouço música faço-o sobretudo no conforto do meu quarto. Ouvir música foi, nos últimos anos, uma experiência iminentemente social. A partir do momento em que comecei a ouvir jazz, a coisa mudou de figura. Ouvir certas coisas exige uma espécie de reclusão, sobretudo para não ferir as pessoas.
O Jazz em Agosto deste ano fecha com uma figura central da música do século XX (maneira terrível de colocar o assunto - soa a press release da organização). O que é certo é que depois de The Shape of Jazz to Come (1959) o entendimento do que se pode chamar jazz passa a ser necessariamente diferente.

Sexta-feira, Julho 27, 2007

Wolf like me

Disco de 1969, editado pela Cadet Concept (Chess Records),
representa uma tentativa de colocar os grandes do blues
ao alcance dos jovens brancos norte-americanos, na
sequência do êxito que os Rolling Stones haviam conseguido
ao gravar para a Chess um disco cheio de homenagens aos
seus heróis do blues.

This is Howlin' Wolf's New Album

thanks to kevin in eclectic grooves

Segunda-feira, Julho 23, 2007

Recriação



Ocupado que ando ultimamente com o songbook da MPB,
há um disco que se repete. Junto com Cristina (1974), de Cristina
Buarque (também recorrente), este Recriação (1978) de Rosa Passos está ancorado
no universo feminino. Não gosto de pensar em discos como sendo
discos de (para) gajas e a riqueza da escrita na música popular brasileira
afasta essas noções simplistas de imediato (muitas dos letristas são homens), ou talvez
seja a minha leitura, aproximando-me de certas figuras apontadas pelo Barthes como pertencentes
ao discurso amoroso, experimentando essa espécie de feminização do sujeito apaixonado, não
ligando portanto aos comentários anti-xaroposos.
Indo ao que interessa, Recriação está disponível num dos blogues que mais
frequentemente visito (responsável, sem dúvida, por este período rico em descoberta
de muitos nomes da música brasileira). Um disco não muito fácil de encontrar, está aqui,
à distância de um click.

com os devidos agradecimentos ao fulano sicrano

Terça-feira, Julho 10, 2007

Quinta-feira | 12 Julho
Paços da cultura| S.João da Madeira

21h45 |
Quinteto David Binney / Donny McCaslin
New York

Cinco das figuras de topo mundiais do Jazz actual, referências neste género musical desde a década de 90. David Binney ocupa já um dos ramos genealógicos do Jazz, no saxofone alto, com 16 CDs gravados. Donny McCaslin é uma referência no Jazz Moderno, substitui desde 2005, Chris Potter no Dave Douglas Quintet (com Uri Caine, James Genus e Clarence Penn). Ben Monder reconhecido por ser o guitarrista da Orquestra de Maria Schneider. Scott Colley um dos contrabaixistas mais requisitados de Nova Iorque. Adam Cruz considerado por muitos como o maior especialista de Jazz de ritmos latinos.

Quinta-feira, Junho 28, 2007

Torned by David


David Torn
Prezens (ECM 1877)

David Torn guitars, live-sampling and manipulation
Tim Berne alto saxophone
Craig Taborn fender rhodes, hammond b3, mellotron, bent circuits
Tom Rainey drums
Matt Chamberlain drums




Gravado em Março de 2005

Informações da ECM

Não há, de facto, muito a dizer. Não consigo parar de ouvir.
O disco está aqui.

Sexta-feira, Junho 15, 2007

Vira o disco e toca o mesmo...



















No dia 4 deste mês a passagem diária pelo Jazz e Arredores
trouxe uma bela surpresa. O debate acerca do estado da arte
do jazz na década de 90 (que aconteceu até esta semana no
destination:out) avisava quanto ao erro que era considerar
que a música tinha estagnado. Este disco é disso mostra.
Experimentem

Ask The Ages (1991)
Sonny Sharrock: Guitarra Eléctrica
Pharoah Sanders: Tenor e soprano
Elvin Jones: Bateria
Charnett Moffett: Contra-baixo

Segunda-feira, Junho 04, 2007

O intelectual como "rock star"?












6 de Junho


integrado em "Imagem-Pensamento":
"Zizek!" de Astra Taylor, apresentação de Jacinto Godinho

Terça-feira, Maio 29, 2007











Eu Vou



Dia 3 de Agosto, sexta-feira

21h30MUHAL RICHARD ABRAMS - GEORGE LEWIS - ROSCOE MITCHELL (EUA) Muhal Richard Abrams (p), George Lewis (tb, laptop), Roscoe Mitchell (sa, ss, perc)

Dia 4 de Agosto, sábado
15h30MUHAL RICHARD ABRAMS (EUA) "Projecting your own individualism" – conferência
18h30HUBBUB (FR) Frédéric Blondy (p), Bertrand Denzler (st), Jean-Luc Guionnet (sa), Jean-Sébastien Mariage (g el), Edward Perraud (bat)
21h30NIK BÄRTSCH'S RONIN (SUIÇA) Nik Bärtsch (p, p el), Sha (cl b, cl ctb), Björn Meyer (b el), Kaspar Rast (bat), Andi Pupato (perc)

Dia 5 de Agosto, domingo
15h30CARLOS ZÍNGARO - JORGE LIMA BARRETO (PT) Carlos Zíngaro (vl), Jorge Lima Barreto (p)
18h30LOW FREQUENCY TUBA BAND (PT, UK) Sérgio Carolino (tuba), Oren Marshall (tuba), Marcus Rojas (tuba), Jay Rozen (tuba), Alexandre Frazão (bt)
21h30CRIMETIME ORCHESTRA (NORUEGA) Vidar Johansen (st, sb, cl b), Jon Klette (sa), Kjetil Møster (st), Gisle Jiohansen (st), Øivind Brekke (tb), Sjur Miljeteig (tp), Mats Eilertsen (b el), Per Zanussi (ctb), Anders Hana (gt), Christian Wallumrød (p, tecl, sfx), Eudun Kleive (bat), Stig Henriksen (sound designer)

Dia 9 de Agosto, quinta-feira
18h30"ORNETTE: MADE IN AMERICA" - filme documental de Shirley Clarke (EUA, 1985, 80m)
21h30JOE FONDA'S BOTTOMS OUT "LOADED BASSES" (EUA, ALEMANHA) Joe Fonda (ctb), Claire Daly (sb), Joe Daley (tuba), Gebhard Ullmann (cl b), Michael Rabinowitz (fagote), Gerry Hemingway (bat)

Dia 10 de Agosto, sexta-feira
15h30"MY NAME IS ALBERT AYLER" - filme documental de Kasper Collin (SUÉCIA, 2005, 79m) - apresentação pelo realizador
18h30ORNETTE COLEMAN (EUA) – alocução
21h30QUARTET NOIR (SUIÇA, EUA, FRANÇA) Urs Leimgruber (st, ss), Marilyn Crispell (p), Joëlle Léandre (ctb), Fritz Hauser (bat)

Dia 11 de Agosto, sábado
15h30JOËLLE LÉANDRE (FRANÇA) - solo voz
18h30TIMBRE (EUA, ALEMANHA, ÁUSTRIA) Lauren Newton (voz), Elisabeth Tuchmann (voz), Oskar Mörth (voz), Bertl Mütter (voz, tb)
21h30 ORNETTE COLEMAN "SOUND GRAMMAR" (EUA) Ornette Coleman (sa, viol, tp), Tony Falanga (ctb), Al Macdowell (b el), Denardo Coleman (bat)
Antecipação

Tenho andado na estrada durante as últimas semanas a ouvir um disco que o trio liderado por Steve Lehman gravou, há três anos, no TAGV, por ocasião dos Encontros. (Interface, Clean Feed/Jacc Series)

A coisa é absolutamente devastadora. Claro que os velhinhos Pheeroan akLaff e Mark Dresser são uma secção rítmica perfeita, havendo certos momentos que me lembram os meus favoritos neste formato, Steve MacCall e Fred Hopkins, que acompanhavam o Henry Threadgill nos Air.

Os óbvios (professores de Lehman) Jackie MacLean e Anthony Braxton estão presentes, mas a presença não é fantasmática, no sentido de retirar a originalidade ao som de Lehman. O essencial é mesmo o groove. Há um texto da All About Jazz de Fevereiro de 2005 que tem um título bem sacado: Steve Lehman: Grooving Not Repeating.

Não fui ver o concerto nessa altura, mas se o disco consegue ser explosivo, imagino como deve ter sido a prestação ao vivo. Ok, vamos ter Evan Parker + Chris Corsano + John Edwards e isso promete, e de que maneira. Mas, a verdadeira questão para mim é que Steve Lehman vamos ter no Salão Brazil. Não me vou pôr a adivinhar, e estas antecipações podem dar maus resultados. Bem, espero que não...

My space do Steve Lehman

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