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02/07/2015 08h56 - Atualizado em 02/07/2015 08h56
De "União legítima entre homem e mulher" para "Ato solene de união entre duas pessoas".
A petição online criada pelo paulista Eduardo Santarelo surtiu efeito: casado há três anos com o companheiro Maurício, ele pedia a alteração da definição de "casamento" no tradicional dicionário Michaelis em português.
Após mais de 3 mil pessoas endossarem o pedido de Maurício no site Change.com, Breno Lerner, diretor da Editora Melhoramentos, responsável pela publicação, se posicionou: "Agradecemos ao organizador e signatários por nos alertarem sobre este importante tópico", disse Lerner. "Solicitamos a nossos dicionaristas uma nova redação do verbete."
A mudança na versão digital do dicionário já aconteceu. "Para as versões em papel, conforme sejam feitas as reimpressões e novas edições, o verbete será corrigido", informou o diretor da editora.
Na definição anterior, casamento aparecia como "união legítima entre homem e mulher", e "união legal entre homem e mulher, para constituir família".
O novo verbete não traz em nenhum momento as palavras homem ou mulher – agora a definição de casamento se refere a "pessoas":
"Ato solene de união entre duas pessoas; casório, matrimônio. 2 Cerimônia que celebra vínculo conjugal; matrimônio. 3 União de um casal, legitimada pela autoridade eclesiástica e/ou civil; matrimônio", informa o Michaelis.
Parceria
No texto da petição, Santarelo diz que vive "três anos de amor e parceria" e que acredita ser "inaceitável que, até hoje, eu, meu companheiro e muitos outros casais ainda não sejam representados em um dos mais respeitados e influentes dicionários da Língua Portuguesa".
"O casamento entre pessoas do mesmo sexo tem desafios jurídicos e também simbólicos", afirma o cientista político.
"Por isso, fiquei muito chocado ao constatar que o dicionário Michaelis ainda define a palavra 'casamento' como a 'união legítima de homem e mulher'", diz, pedindo que "o dicionário compreenda o momento histórico" e mude esta definição "em respeito aos milhões de brasileiros que, como eu, constroem seus casamentos homoafetivos."
Ele cita a decisão recente da Suprema Corte norte-americana, que regulamentou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país.
No Brasil, cartórios são obrigados, desde
A equiparação entre uniões entre gays, lésbicas e casais heterossexuais tinha sido reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) dois anos antes, em 2011.
Outros dicionários
Outros dicionários populares no Brasil já definem casamento como união entre pessoas, sem indicação de gênero.
No Houaiss, casamento é o "ato ou efeito de casar(-se)", "o ritual que confere o status de casado".
O Aurélio diz que casamento é o “contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais”.
Para Pedro Prata, diretor de comunicação da Change, onde a petição foi publicada, a iniciativa de Eduardo mostra a "eficiência da mobilização".
"Em dois dias, ele mudou um conceito que permanecia o mesmo há décadas", afirma. "A plataforma serve para todos os tipos de causas, para as mudanças que importam para as pessoas."
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Enviado por: "Thadeu" <zethadeu@terra.com.br>
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Grupo Encontro Gospel: Em cada amigo um irmão!
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Irmãos
Aqui está o Conselho dos Direitos dos Refugiados, que será criado nestes dias - uma entidade que vai reunir representantes de instituições para atender a refugiados, apátridas, etc. Na mensagem eles não fazem questão de esclarecer muito não. Talvez porque as entidades cristãs tem muitas condições de participar e porque este negócio de refugiados também pode ser manipulado de acordo com as ideias do governo que é amigo de terroristas e determinou facilidade inédita de visto para imigrantes de países muçulmanos afinados com terroristas entrarem no país. A distribuição deles no Paraná já é surpreendente e no último encontro mundial não sei do que de líderes muçulmanos foi declarado que a América do Sul seria o alvo de migrações, etc.. Por que será?
Por outo lado, lembro que aqui já há refugiados de países muçulmanos sendo atendidos pela missão MAIS, por igrejas e outras missões, etc. Muitos refugiados são cristãos. Aliás, acho que quem mais está dando apoio a imigrantes, muçulmanos ou não, são os cristãos. Não é curioso?
Então, divulgo pra gente preencher parte deste Conselho agora e depois não ficar correndo para apagar incêndio, se me entendem. Deve haver várias pessoas nas igrejas que aceitariam participar do Conselho, ou que até já trabalham na área.
Abcs
Liz
A Secretaria de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, no uso de suas atribuições legais, considerando o contido na Lei no 18.465 de 24 de abril de 2015, que cria o Conselho Estadual dos Direitos dos Refugiados, Migrantes e Apátridas do Paraná - CERMA/PR, CONVOCA a sociedade civil organizada para a Assembleia de Eleição das organizações não governamentais que integrarão o CERMA/PR na gestão 2015-2018.
O Edital de convocação para a Assembleia de Eleição está disponível no link abaixo, bem como no site da Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná e no Diário Oficial Executivo nº 9469 de 11 de junho de 2015.
As inscrições das entidades não governamentais devem ser realizadas até dia 03 de julho de 2015 na forma do supracitado Edital.
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