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RE: [gospelbr] E se Maisa morrer?



Bom nesta referida religião da qual eu fiz primeira comunhão, catequese... não mencionam sobre inocência de criança pois a mesma no momento lhe dá a salvação. a partir do momento que ela souber de e como se concretiza o pecado ou os desagrado a Deus a sim começa a ser ameaçada a sua salvação.
 O que acham Irmão.?
 
 
 
 





<Edilson Carvalho>
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From: wanderleydoprojetoboasnovas@gmail.com
To: ;
Subject: [gospelbr] E se Maisa morrer?
Date: Wed, 29 Feb 2012 04:06:47 -0300

Maisa Silva é uma menina linda e talentosa, que trabalha com Sílvio Santos, no SBT. Ao ter-se declarado "católica", foi inquirida pelo apresentador se iria para o céu ou para o inferno. Ela hesitou e respondeu: "Isso vai depender das minhas ações futuras. Se eu agir bem, vou pro céu; se eu agir mal, vou pro inferno. "Eu não quero saber no futuro", insistiu Sílvio, "quero saber agora: se você morrer agora, você vai pro céu ou pro inferno?". A resposta foi triste: "Não sei".
Sem entrar no mérito da questão sobre se uma criança tão pequena deveria estar trabalhando e sujeita ao sarcasmo de alguém que só pensa em dinheiro, fiquei com pena da Maisa.
O contexto do diálogo era que ela está fazendo "catequese" para poder participar da "primeira comunhão" e parece que os catequistas estão fazendo seu trabalho muito bem feito (ou mal feito, dependendo do ponto de vista), pois é isso mesmo que os católicos romanos aprendem na sua religião: uma salvação por méritos próprios. "Se eu agir bem, vou pro céu; se eu agir mal, vou pro inferno".
Maisa deveria ter aprendido, de acordo com as Escrituras Sagradas, que a salvação foi adquirida para nós pelos méritos do Cordeiro de Deus, Jesus, sacrificado na cruz do Calvário em nosso lugar, como nosso vigário (substituto).
Alguém deveria ter lido para ela: "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie". (Efésios 2.8-9). E também: "… Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus" (1 Pedro 3.18).
A minha oração é para que alguém que não esteja contaminado por esse ensino herético de salvação por obras, por méritos próprios, possa orientar essa criança na verdadeira catequese evangélica e ela possa, enfim, conhecer o verdadeiro Salvador, aquele que morreu por ela, e ela possa, assim, ter um encontro pessoal com ele e ser salva por ele.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3.16).

+Bispo José Moreno

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[gospelbr] O crescimento da cristofobia

O crescimento da cristofobia 

Jornal do BrasilIves Gandra

        Ayaan Hirsi Ali publicou na revista Newsweek, de 13 de fevereiro passado, artigo fartamente documentado sobre a guerra que os países islâmicos estão desencadeando contra os cristãos, atingindo sua liberdade de consciência,  proibindo-os de manifestarem sua fé e assassinando quem a professa individualmente ou mediante atentados a Igrejas ou locais onde se reúnam.

        Lembra que ao menos 24 cristãos foram mortos pelo exército egípcio, em 9 de outubro de 2011; que, no Cairo, no dia 5 de março do mesmo ano, uma igreja foi incendiada, com inúmeros mortos; que, na Nigéria, no dia de Natal de 2011, dezenas de cristãos foram assassinados ou feridos, e que no Paquistão, na Índia e em outros países de minoria cristã a perseguição contra os que acreditam em Cristo tem crescido consideravelmente. Declara a autora que "os ataques terroristas contra cristãos na África, Oriente próximo e Ásia cresceram 309% de 2003 a 2010". E conclui seu artigo afirmando que, no Ocidente, "em vez de criarem-se histórias fantasiosas sobre uma pretensa "islamofobia", deveriam tomar uma posição real contra a "Cristofobia", que principia a se infestar no mundo islâmico. "Tolerância é para todos, exceto para os intolerantes".

        Entre as sugestões que apresenta, está o Ocidente condicionar seu auxílio humanitário, social e econômico a que a tolerância para com os que professam a fé cristã seja também respeitada, como se respeita, na maioria dos países ocidentais a fé islâmica.

Entendo ser o Brasil, neste particular, um país modelo. Respeitamos todos os credos, inclusive aqueles que negam todos os credos, pois a liberdade de expressão é cláusula pétrea na nossa Constituição.

        Ocorre, todavia, que as notícias sobre esta "Cristofobia islâmica" são desconhecidas no país, com notas reduzidas sobre atentados contra os cristãos, nos principais jornais que aqui circulam. Um homossexual agredido é manchete de qualquer jornal brasileiro. Já a morte de dezenas de cristãos, em virtude de atos de violência planejados, como expressão de anticristianismo, é solenemente ignorada pela imprensa.

        Quando da Hégira, em 622, Maomé lançou o movimento islâmico, que levou à invasão da Europa em 711 com a intenção de eliminar todos os infiéis ao profeta de Alá. Até sua expulsão de Granada — creio que em 1492 — os mulçumanos europeus foram se adaptando à convivência com os cristãos, sendo que a filosofia árabe e católica dos séculos 12 e 13 convergiram, fascinantemente. Filósofos de expressão, como Santo Tomas de Aquino, Bernardo de Claraval, Abelardo, Avicena, Averróes, Alfa-rabi, demonstraram a possibilidade de convivência entre credos e culturas diferentes.

        Infelizmente, aquilo que se considerava ultrapassado reaparece em atos terroristas, que não dignificam a natureza humana e separam os homens, que deveriam unir-se na busca de um mundo melhor. Creio que a solução apresentada por Ayaan Hirsi Ali é a melhor forma de combater preconceitos, perseguições e atentados terroristas, ou seja, condicionar ajuda, até mesmo humanitária, ao respeito a todos os credos religiosos (ou à falta deles), como forma de convivência pacífica entre os homens. É a melhor forma de não se incubarem ovos de serpentes, prodigalizando auxílios que possam se voltar contra os benfeitores.

Ives Gandra da Silva Martins é jurista. – ivesgandra@gandramartins.adv.br

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FÉ SEM HIPOCRISÍA:VOCÊ PODE TER O CORAÇÃO DUM LEÃO

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Blog: FÉ SEM HIPOCRISÍA
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